“Eu sempre me dei muito bem com as palavras, sempre tive uma facilidade imensa em botar no papel tudo que eu sentia e não sabia (ou nao queria) demonstrar em atitudes, era como se eu fosse divida em duas… Uma parte em palavras, que eram o reflexo do que eu era de verdade e a outra parte em atitudes, que eram o que eu queria que as pessoas pensassem que eu era. Mas eu nunca soube o que escrever em relação à você, não que eu literalmente não soubesse… mas porque as palavras se confundiam com as minhas atitudes e as atitudes começaram a demonstrar o que eu era de verdade. É absolutamente confuso, mas o que eu posso fazer se eu sempre fui essa confusão? Eu não tenho porquê te dizer (escrever) essas coisas, mas sabe quando você sente necessidade de fazer uma coisa? Então… Vou começar do começo.
Se eu dissesse que eu nunca me apaixonei eu estaria mentindo, mas eu juro que nunca senti nada parecido com o que eu sinto por você. Desde a primeira vez que eu te vi eu senti alguma coisa. No começo, depois que eu já sabia seu nome e onde você morava, quando você passava na rua eu ficava na janela da minha casa te olhando, depois, numa tarde dessas, eu ouvi o som do seu violão e eu meio que sabia os horários que você tocava, e aí eu ficava te ouvindo de longe. Aí nós começamos a conversar… a conversar mais… a conversar sempre… todo dia. E isso entrou na minha rotina sabe? O dia que a gente não se falava, perdoe o clichê, era um dia que não tinha graça. E assim foi indo, eu fui descobrindo tanta coisa em comum com você, tanta coisa que todo mundo sempre achou tão estranho em mim. E eu fui percebendo que mesmo sem querer, eu sabia coisas demais sobre você pra quem te conhecia há menos de 1 ano. Eu fiquei apegada à você de um jeito que eu nunca fui com ninguém, NUNCA tinha sentido tanta necessidade de alguém. Nos ultimos 5 meses você foi ficando cada vez mais importante pra mim, as sms que você me mandava SEMPRE, sem exceção, me deixavam sem reação, com cara de idiota apaixonada, cada vez mais apaixonada. Apaixonada de um jeito que eu passei minha vida acreditando ser uma coisa impossível, uma coisa que só acontecia nos livros que eu lia. E eu sempre acostumada a ter controle sobre o que eu sentia perdi a noção do tamanho do meu sentimento por você, isso ficou tão forte, tão grande, que eu não sei denominar, porque não pode ser apenas paixão, parece muito pouco sabe? Paixão é comum demais pra ser só isso, porque o que eu sinto por você vem de dentro, vem lá do fundo, da parte mais bonita de mim e eu sinto que é puro, que é tão sincero como aqueles sentimentos que eu lia nos livros. Quando a gente fica junto eu tenho as melhores sensações do mundo, só de te ver parece que meu coração quase para ao mesmo tempo que parece que vai explodir de felicidade. Quando você me abraça eu me sinto segura, tranquila. Quando você me beija eu me sinto tão sua, tão incapaz de ir embora e eu tenho vontade de prolongar esses minutos com você, a minha vontade é que isso dure pra sempre porque eu sinto que você É parte de mim, assim como eu quero ser parte de você. Eu quero a gente junto, tão junto que nada nem ninguém seja capaz de separar, juntos ao ponto do “eu e você” virar “nós”.”
~ " e eu tão singular, me vi plural"

2 months ago · 0 notes · reblog
“Já faz algum tempo que algumas pessoas tem me perguntado porque eu sumi, porque eu quase não escrevo mais, porque abandonei o tumblr… Então aqui vai a explicação pra tudo, só espero que sem represálias posteriores.
Há um ano atrás eu e minha familia nos mudados pra uma cidade no oeste do paraná. No começo eu odiava tudo aqui, desde o clima até as pessoas. E aconteceu que na mesma semana que viemos pra cá, minha mãe começou a passar mal, ela foi internada algumas vezes, mas voltava pra casa e logo os sintomas recomeçavam mais fortes. Ela vomitava o tempo todo independente de ter comido algo ou não, então levamos ela numa clínica onde ela fez vários exames do estomago e foi constatado que ela era celíaca, uma doença na qual a pessoa não pode ingerir alimentos que contém glúten. Ela veio pra casa, mas mesmo com a nova alimentação e os medicamentos ela continuava passando mal, chegou a um ponto que ela nem comia mais nada, foi o mes todo assim até que meus tios junto com o medico da clínica conseguiram uma vaga pra ela ser internada num hospital maior. Ela foi internada no dia 26 de dezembro, meu natal foi ouvindo ela delirando, gemendo, foi vendo ela passando mal a noite inteira. Enfim, passei a noite com ela no hospital e ouvi a segunda pior coisa que alguem pode ouvir, a enfermeira me disse que o caso dela era complicado e seria um milagre se ela amanhecesse viva. Mas amanheceu, os dias passavam, ela fazia dezenas de exames mas nenhuma tinha alguma explicação pros sintomas dela, Chegaram a suspeitar de cancer no intestino, no estômago, no esôfago… Aí na noite do dia 30 de dezembro, eu estava em casa, então fui até a casa do meu tio e vi que todos me olharam quietos, então minha tia que devia estar no hospital com minha mãe me olhou com os olhos vermelhos e inchados, na hora eu me apavorei, e me contaram que minha mãe tinha ido pra UTI. Eu não tive coragem de visitá-la nos primeiros 4 dias que ela ficou la, mas ai no quinto dia eu fui e vi ela lá, cheia de aparelhos, completamente inchada, com um cateter no pescoço e um no peito. Ela tinha feito hemodiálise porque o rim dele não funcionava mais, ela estava se alimentando por sonda e o unico lugar que conseguia receber sangue e soro era na veia que fica no peito. Os exames dele cada dia pioravam mais e nenhum dos 6 especialistas que cuidavam dela descobriam oque ela tinha, até que uma das medicas do rim conversou com uma colega que também é medica e conseguiu um exame de medula óssea que minha mãe faria no dia 5. Minha mãe recebeu alta alguns dias depois, mas ela estava fraca, precisou da minha ajuda pra reaprender a comer, andar, se vestir, tomar banho, enfim, pra tudo ela dependia de mim. no dia 13 saiu o resultado do exame e até então eu não tinha conhecimento nenhum sobre o hospital Uopeccan, não sabia oque eles tratavam nem nada, chegando la vi várias pessoas em cadeiras de rodas, crianças carecas e mulheres com lenço na cabeça, eu não queria acreditar, mas o nome do hospital é a sigla de União Oeste Paranaense de Estudos e Combate ao CANCÊR e agora minha mãe era a nova paciente deles porque sim, ela fez um exame de medula, mas não, ela não estava com leucemia, era bem pior, o exame dela deu positivo pra Mieloma Multiplo. Eu nem sabia que a porra dessa doença existia. Eu não queria estar naquela cidade, naquele hospital, com minha mãe doente, tendo que ouvir que ela tinha um tipo diferente de cancer. Tudo que eu queria era voltar pra minha cidade e viver a vida que a gente tinha antes. Meus amigos estavam todos à uns 500 km de distância de mim, eu não tinha ninguém com quem conversar, com quem me distrair. E aí decidi começar uma faculdade, qualquer coisa que fosse me tirar um pouco a atenção, no começo minha mãe fazia consultas de 15 em 15 dias, ela já estava fazendo quimioterapia, todos os sintomas haviam passado, ela agora estava voltando a ser quem sempre foi. Na faculdade eu era uma garota como outra qualquer, talvez um pouco mais quieta e tímida, mas ainda assim eu era NORMAL, sem qualquer grande problema aparente, fiz novas amizades com as quais eu me distraía durantes as noites de segunda à sexta, mas isso era só até voltar pra casa e ver a minha nova realidade dormindo bem ao meu lado. Ninguém faz ideia de como a minha vida estava difícil e não é nenhum tipo de drama não, eu tinha que cuidar da casa, da comida, da minha mãe e ela envolvia levantar de madrugada pra ajudar ela ir ao banheiro, escolher uma roupa confortável pra ela, dar os remédios nos horários certos e cuidar da alimentação especial dela, meus avós moravam com a gente, ambos são doentes e eu ainda tinha que dar conta da faculdade e de fazer todo mundo acreditar que estava tudo bem. Em março a médica disse que os exames dela haviam se estabilizados, ou seja, não tinha nenhuma melhora ou piora desde o exame anterior. Porém, na consulta de março ela disse que embora ela estivesse sem anemia, o rim dela estava trabalhando mal - Ai vem uma parte importante e que faz toda diferença na história, o funcionamento do nosso rim é medido de acordo com o nível de creatinina no nosso sangue e com a quantidade de proteínas que a gente perde pela urina, no inicio do tratamento, minha mãe perdia poucas proteinas e a taxa de creatinina estava em 5, sendo que o limite é de 1 e pouquinho, isso já fez ela precisar de hemodialise naquela vez, agora essa taxa estava em 7,3 e ela estava perdendo muitas proteínas. - Nessa altura (mes de abril) a médica disse que provavelmente seria necessário o uso de Veocade, que é um medicamento que tem maior eficiencia e sem agredir o rim, como o tratamento anterior (CTD) estava fazendo o único problema é que esse medicamento só é conseguindo via judicial. E assim, no mes de maio eu fui com uma pilha de papeis conversar com a advogada e ela deu entrada no pedido do medicamento. Na semana seguinte ela ja havia conseguido uma liminar que obrigava o governo a pagar todo o tratamento da minha mãe, que seriam de 32 aplicações semanais, mas aí tem toda aquela palhaçada que o governo recorre e aí eles pediram uma perícia médica pra minha mae. Enfim, ela começou o tratamento na metade de julho, fez um mes inteiro e na metade de agosto ela passou mal e foi internada, ficou 5 dias no hospital, e a medica achou melhor suspender o tratamento por 10 dias. Depois de uma semana em casa ela tinha uma consulta, lá foram feitos exames e a médica achou melhor interná-la novamente, foram 6 dias internada. Aí ela veio pra casa e o tratamento foi retomado.
OBS: Com esse tratamento ela tinha que ir toda semana no hospital e à essa altura a gente ja estava amiga das enfermeiras e de todo o pessoal.
Ela ficou mais ou menos um mes em casa e aí minha avó teve uma crise cardíaca (a terceira do ano) e foi internada às pressas, não tinha mais ninguém pra ficar com ela, então minha mãe ficou na casa da minha tia e eu ficava durante o dia com minha avó no hospital, a noite ia pra faculdade e no outro dia cedo voltava ao hospital. Nessa altura do campeonato nem o Veocade estava funcionando como deveria, minha mãe as vezes vomitava, tinha sangramentos, me lembro da ultima biopsia que ela fez no hospital, eu estava na sala de espera lendo quando a enfermeira veio me chamar correndo, quando eu entrei no quarto minha mae estava deitada de lado com umas 8 enfermeiras em roda dela tentando conter uma hemorragia no local da biopsia, acho que nunca vi tanto sangue junto.
Voltando à minha avó, no dia 26 de setembro eu cheguei em casa do hospital e fui levar algumas roupas pra minha mãe, na casa da minha tia, quando cheguei lá minha mãe tava no quarto, passando mal, minha tia me contou que ela estava assim o dia inteiro e meu tio já estava vindo nos buscar pra levar ela no hospital. E assim foi, eu estava desesperada por dentro e calma por fora, ela internou, fiquei com ela até no domingo, sem vir pra casa,sem trocar de roupa, sem banho, sem nada, só cuidando dela que vomitava de hora em hora ou menos. Aí no domingo o médico me chamou na sala dele, disse que precisava me dizer que eu sabia da doença que ela tinha e da gravidade dela e que a realidade era que NINGUÉM PODIA FAZER MAIS NADA POR ELA, isso, não tinha mais um tratamento pra fazer, não tinha uma medicação, não tinha NADA, todos os tratamentos que ela fez NUNCA deram resultado algum, o organismo dela criava anticorpos de defesa contra esses medicamentos, claro que eu já sabia disso, eu sempre soube, virei praticamente uma especialista em mieloma multiplo, é um cancer de sangue maligno e sem cura onde a maioria das pessoas não sobrevivem à dois anos após descoberta da doença, só que ouvir isso do médico da sua mãe é horrivel, foi a pior coisa que eu já ouvi na vida, sem dúvida nenhuma. Mas ainda assim eu tinha uma pequena esperança que isso ia mudar, o milagre podia acontecer, ela podia fazer parte das poucas pessoas que acham um meio de conviver com a doença e viver muitos anos ainda. E assim foi, na segunda feira, o médico colocou um dreno no estomago dela pra que ela parasse de vomitar, só que aí ela não podia mais se levantar da cama, mas ela ainda estava consciente, conversando, dormindo muito, mas consciente e foi assim que eu deixei ela na quarta à tarde. Aí na quinta a noite (dia 03 e outubro) meu tio me ligou que ela queria me ver, cheguei no hospital era perto da meia noite, o caminho todo eu fui em silêncio, me senti indo pra um campo de guerra, quanto mais perto do hospital eu estava, mais certeza eu tinha de que seria a ultima vez. E quando eu cheguei lá, encontrei minha mãe na mesma cama, com o mesmo dreno pulsionado pelo nariz e o mesmo soro na mão direita, só que dessa vez com oxigênio, sonda, fralda, sangrando pela boca, sem falar, delirando e agitada. Eu entrei naquele quarto, deitei minha cabeça sobre seu peito e abracei ela como deu, senti ela me abraçando como conseguiu também e não me importei se ela estava sangrando, se meu cabelo ia ficar sujo de sangue ou se eu podia pegar alguma infecção por isso, eu só queria que quando eu olhasse pra ela de novo tudo aquilo fosse um grande pesadelo, mas não era. E foi a primeira desde que ela tinha sido internada que eu chorei, eu saí do quarto e simplesmente não senti mais minhas pernas, meu corpo fez o mesmo caminho que minhas lágrimas, do alto para o chão. E fiquei lá, sentada no chão com a cabeça encostada na parede e chorei, chorei sabendo que eu ia voltar pra casa sem a minha mãe, chorei sabendo que 10 meses lutando não foram suficientes pra manter ela comigo por mais um dia, chorei sabendo que um dia eu vou me formar e ela não vai estar lá pra receber a rosa, chorei sabendo que ela não vai conhecer seus netos, que não vai viajar comigo pelo mundo, que não vai mais cozinhar pra mim, nem pedir minha ajuda pra qualquer coisa que seja, chorei sabendo que eu NÃO PODIA FAZER MAIS NADA e aí eu voltei pro quarto, voltei e fiquei lá cuidando dela a noite inteira, limpando o sangue da boca dela, rezando pra que Deus tivesse piedade dela, pra que aquele sofrimento acabasse logo. E as 06:06 da manhã eu vi ela morrendo, eu vi ela indo embora, me deixando, vi a vida dela indo embora de acordo com a taxa de saturação que ia diminuindo, diminuindo, até zerar, vi ela virar os olhos e depois fechar, pra sempre.”

4 months ago · 0 notes · reblog
“E é assim que eu vou lembrar de você… fazendo seu crochê e sorrindo. Porque mesmo com todas as dificuldade que a gente passou ao longo desses 18 anos que tive você do meu lado, foram pouquíssimas as vezes que eu te ouvi reclamar. E até mesmo nesses ultimos 10 meses, com toda dor e sofrimento que você passou, as pessoas te olhavam e ninguém dizia que você estava tão doente assim, porque por mais forte que fosse a doença, tua vontade de viver era maior ainda. O sorriso do teu rosto nunca saiu, essa alegria que vinha de você contagiava todo mundo. E é assim que eu tenho você, como um exemplo de superação, como uma fonte de coragem. A gente lutou juntas nao foi? E por mais que doa muito… a gente perdeu a guerra, mas você ganhou o céu. E se tinha que ser assim, que assim seja, você lá e eu aqui, juntas do mesmo jeito porque nas minhas memórias você sempre vai estar viva e sei de que algum jeito você sempre vai continuar do meu lado. Uma vez eu li que saudade e falta são sentimentos diferentes, saudade a gente sente daquilo que está longe, mas sabe que logo terá de volta e falta a gente sente daquilo que não volta mais. Então eu quero que saiba que eu vou sentir falta do seu sorriso, de você rindo quando eu ficava nervosa e começava ironizar e dramatizar tudo, vou sentir falta de você me chamando de “Mary”, de você cobrindo meus braços no meio da noite, vou sentir falta dos seus doces, do seu pão de queijo e da pipoca. Vou sentir falta de você tentando cantar junto enquanto eu ouvia musica, vou sentir falta do seu abraço, do seu colo, do seu calor. Mas, por mais que eu saiba que isso ainda vai doer muito, você me ensinou que tudo fica mais leve com um sorriso no rosto. Um dia você me disse que eu era muito mais do que penso que eu sou, disse que eu tenho o mundo aos meus pés e não percebo, só quero que saiba, aí de onde estiver, que eu vou lutar pra descobrir que mundo é esse. E que você ainda vai ter muito orgulho de mim. E um dia, a gente se encontra mãe.”
~ sinto sua falta 

“Uma pessimista? Uma otimista? Nenhuma das alternativas. Uma idiota”
~ Os 13 porquês 

8 months ago · 0 notes · reblog

O vento…
Por quantos lugares passou
quantos corpos tocou
quantas cenas presenciou.

Ah o vento,
Ventania que arranca suspiros,
que faz a folha das rodopios
provoca tremor e calafrios

Ah o vento…
Brisa leve que acalma
que refresca até na alma.
Suave como um amor,
que não se vê,
não se pega,
apenas sente

~ o vento

8 months ago · 0 notes · reblog
“Se depender de mim, eu corro o mundo só pra te ver sorrindo”

8 months ago · 0 notes · reblog
“Acontece que não importa o quanto a gente queira manter algo por perto, se não souber como cuidar… esse algo se vai.”

Mas eu vi nele um motivo pra continuar e o motivo era ele

“Eu te amo, amo muito. Mas eu não gosto mais de você”
~ Um dia

9 months ago · 0 notes · reblog

Ai eu te olho e penso se seria você
o motivo de sempre ter dado errado,
de nunca ter me encaixado em nenhum abraço.
Me da um sinal, um olhar ou um beijo roubado,
qualquer coisa que me de coragem de encarar,
de dizer que eu cansei de imaginar,
que não tenho como controlar

Eu tentei, neguei pra você e pra mim.
Eu calei, esperei que tivesse um fim.
Mas não tem jeito, apesar do teu jeito perfeito
você tem um defeito, mas é fácil resolver,
olha pro lado, não é tao difícil perceber
que eu quero você, que eu espero você.
Eu quis evitar, era só coisa de momento,
mas quando vi o teu sorriso, eu confesso…
tremi por dentro


10 months ago · 0 notes · reblog
“É isso, fim da linha. Game over. Eu perdi. Você perdeu. Nós nos perdemos”

“A maior arma que alguém pode usar contra nós, é nossa própria mente. Aproveitando-se de dúvidas e incertezas que ali se escondem. Somos verdadeiros com nós mesmos? Ou vivemos pela expectativa de terceiros ? E se formos acessíveis e sinceros, poderemos algum dia ser realmente amados? Poderemos encontrar coragem para liberar nossos segredos mais ocultos? Ou no final, somos todos incompreensíveis até para nós mesmos?”
~ Revenge

11 months ago · 0 notes · reblog
PROMISSE ©